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Superligas e Enxofre: Mesmo Traços Podem Ser Prejudiciais

Ligas são formadas quando um metal é combinado com outro elemento para fortalecer as propriedades do metal base. Basicamente, uma liga é apenas um metal modificado. Superligas são semelhantes, mas esses materiais de alto desempenho específicos são mantidos em um padrão mais alto. Elas são tipicamente à base de níquel, à base de cobalto, à base de titânio ou à base de ferro.
Para ser classificada como uma superliga, a liga deve ser capaz de funcionar de forma confiável sob temperaturas extremamente altas, possuir resistência e estabilidade superficial superiores, e deve ser resistente à deformação por fluência térmica. Forte resistência à corrosão e à oxidação também são características das superligas, mas é importante notar que elas não são impermeáveis à oxidação ao longo do tempo se medidas protetoras não forem tomadas. Infelizmente, mesmo quando medidas protetoras são tomadas, contaminantes como o enxofre ameaçam tornar essa proteção inútil.
Por que a proteção contra a oxidação é importante?
A oxidação afeta negativamente uma superliga ao enfraquecer sua resistência, o que com o tempo pode levar à fragilização e à fissuração. Como materiais de alto desempenho, como as superligas, são usados e confiados principalmente em indústrias como aeroespacial e de energia nuclear, é crucial que esses materiais tenham o desempenho esperado. Falhas de material podem significar a diferença entre a vida e a morte, em algumas circunstâncias.
Controlando a Oxidação com Oxidação Seletiva
Para tornar as superligas ainda mais indestrutíveis e protegê-las contra a oxidação, realiza-se a oxidação seletiva. Com a oxidação seletiva, as superligas são projetadas para oxidar de maneira a criar uma camada protetora de material oxidado que “cobre” a liga, impedindo a invasão de oxigênio na estrutura interna da liga. Contudo, isso significa que, para continuar protegendo a infraestrutura da superliga, a camada oxidada protetora precisa permanecer estável e intacta.
Enxofre: Uma Ameaça Perigosa
A presença de enxofre, mesmo em níveis traço, pode interferir no processo de oxidação seletiva. O enxofre degrada essa camada protetora, deixando a superliga vulnerável à oxidação negativa e encurtando sua vida útil. Portanto, a determinação precisa do teor de enxofre, até o décimo de micrograma, é fundamental para garantir o desempenho ideal e a longevidade nas superligas.
Uma técnica de queima que proporciona confiança total
Historicamente, a única maneira de determinar com precisão níveis ultrabaixos de enxofre era com espectrometria de massa por descarga luminescente (GD-MS), devido à sua alta sensibilidade. Atualmente, até mesmo os métodos de combustão podem ser utilizados quando combinados com os instrumentos adequados, como CS844ES da LECO.

O CS844ES utiliza combustão de alta frequência e gerenciamento inteligente do gás de arraste com detecção por infravermelho para atingir um limite de detecção de aproximadamente 0,1 μg, garantindo que até mesmo quantidades mínimas de enxofre sejam detectadas e assegurando um controle de qualidade confiável das superligas. A sensibilidade, a facilidade de uso e a rapidez desse instrumento o tornam uma ferramenta confiável para qualquer laboratório. Além disso, o custo dos instrumentos de combustão é significativamente menor do que o da GD-MS, o que também o torna uma opção prática.
Saiba mais sobre o enxofre e as superligas
Como as superligas constituem componentes fundamentais de equipamentos aeroespaciais, dispositivos médicos e outros, é fundamental ter certeza de que elas terão o desempenho esperado. É possível ter confiança nos resultados relativos ao teor de enxofre por meio de técnicas especializadas de combustão, evitando o dispendioso GD-MS.
Determinando Níveis Ultra Baixos de Enxofre em Ligas com o CS844ES
O teor ultrabaixo de enxofre é fundamental para manter a resistência à oxidação e o desempenho mecânico em ligas de alta temperatura utilizadas no setor aeroespacial e em outras aplicações exigentes. Esta nota de aplicação descreve como o LECO CS844ES permite a determinação precisa de enxofre em níveis tão baixos quanto 0,1 µg em aço, níquel e superligas, ampliando a técnica de combustão para sensibilidades anteriormente alcançáveis…
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